❰PDF / Epub❯ ☀ Politiques de l'inimitié Author Achille Mbembe – Motyourdrive.co.uk

Politiques de l'inimitié pdf Politiques de l'inimitié, ebook Politiques de l'inimitié, epub Politiques de l'inimitié, doc Politiques de l'inimitié, e-pub Politiques de l'inimitié, Politiques de l'inimitié 03014d5eddd Cet Essai Explore Cette Relation Particuli Re Qui S Tend Sans Cesse Et Se Reconfigure L Chelle Plan Taire La Relation D Inimiti S Appuyant En Partie Sur L Uvre Psychiatrique Et Politique De Frantz Fanon, L Auteur Montre Comment, Dans Le Sillage Des Conflits De La D Colonisation Du XX E Si Cle, La Guerre Sous La Figure De La Conqu Te Et De L Occupation, De La Terreur Et De La Contre Insurrection Est Devenue Le Sacrement De Notre PoqueCet Essai Explore Cette Relation Particuli Re Qui S Tend Sans Cesse Et Se Reconfigure L Chelle Plan Taire La Relation D Inimiti S Appuyant En Partie Sur L Uvre Psychiatrique Et Politique De Frantz Fanon, L Auteur Montre Comment, Dans Le Sillage Des Conflits De La D Colonisation Du XXe Si Cle, La Guerre Sous La Figure De La Conqu Te Et De L Occupation, De La Terreur Et De La Contre Insurrection Est Devenue Le Sacrement De Notre Poque Cette Transformation A, En Retour, Lib R Des Mouvements Passionnels Qui, Petit Petit, Poussent Les D Mocraties Lib Rales Endosser Les Habits De L Exception, Entreprendre Au Loin Des Actions Inconditionn Es, Et Vouloir Exercer La Dictature Contre Elles M Mes Et Contre Leurs Ennemis Dans Cet Essai Brillant Et Br Lant D Actualit , Achille Mbembe S Interroge, Entre Autres, Sur Les Cons Quences De Cette Inversion, Et Sur Les Termes Nouveaux Dans Lesquels Se Pose D Sormais La Question Des Rapports Entre La Violence Et La Loi, La Norme Et L Exception, L Tat De Guerre, L Tat De S Curit Et L Tat De Libert Dans Le Contexte De R Tr Cissement Du Monde Et De Son Repeuplement La Faveur Des Nouveaux Mouvements Migratoires, L Essai N Ouvre Pas Seulement Des Pistes Neuves Pour Une Critique Des Nationalismes Ataviques Il Pose Galement, Par Del L Humanisme, Les Fondements D Une Politique De L Humanit


10 thoughts on “Politiques de l'inimitié

  1. says:

    olhos do Ocidente, a hist ria de frica mas tamb m da Am rica come a com o Colonialismo, a partir do s c XV, que aos olhos dos colonizadores, era respons vel por trazer frica e a Am rica para o mundo, ignorando os milh es de Homens que j viviam nesses continentes, com a sua pr pria hist ria, aniquilados, quando n o escravizados, pelos colonizadores S no s culo XX, com as Guerras de Liberta o Nacional, estes povos subjugados se conseguiram soltar das amarras do colonialismo que, entre outros, tinha trazido a escravatura e a discrimina o.Essa nova independ ncia e liberdade n o viria, no entanto, a resolver todos os problemas causados ao longo de cinco s culos, que haviam deixado graves fissuras nos colonizados Porque, se se pode dizer que a escravatura foi efectivamente abolida e repudiada pela grande maioria dos ocidentais de hoje, os estragos que causou n o foram apagados simplesmente pela mesma ter deixado de ser imposta, j nem referindo os s culos de trabalho for ado que se seguiram Num mundo p s colonial, onde os povos colonizados conseguiram finalmente auto administrar se atrav s de estados independentes, a mem ria do que se passou e, mais do que isso, as suas consequ ncias, ainda est o inteiramente presentes quer na vida Ocidental, quer, essencialmente, na dos povos anteriormente colonizados.Em Cr tica da Raz o Negra, publicado pela Ant gona em 2014, Achille Mbembe, fil sofo e cientista pol tico camaron s, um dos pensadores maiores do p s colonialismo, prop e se agregar num livro os diferentes conceitos e abordagens que marcaram o pensamento raciocinado sobre o Negro, enquanto ra a, enquanto ser Partindo dos conceitos desenvolvidos por pensadores antes de si, dos quais Frantz Fanon merece o principal destaque, a obra remete nos para a N gritude de Aim C saire ou para o Movimento Pan Africano de Marcus Garvey, aos quais reconhece imensas val ncias, mas que critica por perpetuarem o conceito de ra a, a distin o entre Negro e Branco Assim, estes resgatam o Negro da subalternidade, dando lhe uma identidade pr pria, t o relevante quanto a do Branco, mas continuam a manter a ra a enquanto conceito diferenciador Urge, ent o debater esta raz o negra, como o pr prio explica A express o raz o negra remete para o conjunto das delibera es acerca da distin o entre o instinto animal e a ratio do homem sendo o Negro o testemunho vivo da pr pria impossibilidade desta separa o Debater a raz o negra , portanto, retomar o conjunto de disputas acerca das regras de defini o do Negro O que , portanto, ser Negro Nos dias de hoje, a ra a tomada como dado adquirido, mas longe de ser espont nea, esta cren a na ra a foi cultivada, alimentada, reproduzida e disseminada atrav s de um conjunto de dispositivos teol gicos, culturais, pol ticos, econ micos e institucionais, dos quais a hist ria e a teoria cr tica da ra a acompanharam a evolu o e as consequ ncias ao longo dos s culos O Negro , ent o, uma cria o do colonialismo e do imperialismo, atrav s do retirar de toda a humanidade de algu m que usava apenas em proveito pr prio Da mesma forma, o Branco , a v rios respeitos, uma fantasia da imagina o europeia que o Ocidente se esfor ou por naturalizar e universalizar Tudo feito para justificar um projecto imperial em que o homem branco, confundido a civiliza o com a pr pria Europa , seria, segundo o pr prio, o nico a possuir vontade e capacidade de construir um percurso hist rico, impondo se, com recurso for a e viol ncia indiscriminada, s ind genas sociedades primitivas, regidas pela mentalidade selvagem Com o apogeu do tr fico de escravos a dar se em pleno s c XVIII, durante o Iluminismo, o conceito de modernidade ser , ent o, insepar vel do colonialismo, o seu advento coincide nte com o surgir do princ pio de ra a e com a lenta transforma o deste princ pio em paradigma principal, ontem como hoje, para as t cnicas de domina o , e do capitalismo, sendo a coloniza o uma forma de poder constituinte, na qual a rela o com a terra, as popula es e o territ rio associa, de modo in dito na hist ria da Humanidade, as tr s l gicas de ra a, da burocracia e do neg cio commercium , onde um sistema econ mico fundado na escravatura contribuir de maneira decisiva para a acumula o primitiva de capital Desse modo, as ideias modernas de liberdade, igualdade e at de democracia s o historicamente insepar veis da realidade da escravatura Al m de opera o do imagin rio , erguida de modo a perpetuar a rela o de for as e a acumula o de capital pelas pot ncias europeias, a ra a era um dispositivo de seguran a fundado naquilo que poder amos chamar o princ pio do enraizamento biol gico pela esp cie , onde a diferen a de qualidade entre as ra as se fazia da mesma forma em que, antigamente, recorrendo tem tica do sangue, se assegurava os privil gios da nobreza Neste per odo p s colonial de hoje, no entanto, o lugar da biologia foi substitu do pela cultura e pela religi o, tornando se estas o novo argument rio discriminat rio Protegidos atr s de uma pol tica de assimila o onde o objectivo dessubstancializar a diferen a, consideram se cidad os aptos para usufruir dos direitos c vicos apenas os ind genas convertidos e cultos.O seu mais recente livro, Pol ticas de Inimizade, publicado este ano tamb m pela Ant gona, o aprofundamento destas quest es, principalmente no que toca s converg ncias do pensamento do autor com o de Frantz Fanon, e tomando em conta os acontecimentos que v o marcando a segunda d cada do s c XXI, como a crise dos refugiados, ou o aumento securit rio face s recentes vagas de terrorismo.Para tal, parte da pr pria no o de democracia que, segundo o pr prio, cont m em si a col nia mas sobretudo da de soberania, expondo a sua interliga o com a viol ncia Mbembe vai al m do conceito de biopoder, de Michel Foucault, falando ent o de necropoder, a utiliza o da morte enquanto sistema de poder Para tal, utiliza exemplos como Israel e a Palestina , mostrando como a soberania agora exercida atrav s da cria o de zonas de morte, onde esta se torna o ltimo instrumento de dom nio e a principal forma de resist ncia.N o s fora do Ocidente, no entanto, que os conceitos de viol ncia e soberania est o interligados A pr pria soberania, segundo o autor, demonstra a inexist ncia do estado de excep o, especialmente em foco nos dias de hoje em casos como o estado de emerg ncia em Fran a, onde, recentemente, Emannuel Macron decidiu inscrever na lei medidas que estavam consagradas apenas no dito estado de emerg ncia, tornando as permanentes Atacando os direitos, da mesma forma que o fazem os actos terroristas, o Estado securit rio alimenta se de um estado de inseguran a que ele pr prio fomenta e para o qual pretende ser a resposta utilizando a reprodu o alargada do sentimento de terror para fabricar espantalhos destinados a meter lhes medo Nada disto, ir , portanto, parar num futuro pr ximo, j que a paz civil no Ocidente depende, assim, em grande medida das viol ncias dist ncia, de fogos de atrocidades que se acendem, de guerras de feudos e de outros massacres que acompanha o estabelecimento de pra as fortes e de feitorias nos quatro cantos do planeta e da institucionaliza o de um regime de desigualdade escala planet ria Na Europa, colocam se agora quest es mais ou menos semelhantes quelas que, h bem pouco tempo, in meras sociedades n o ocidentais, apanhadas nas malhas de for as muito mais destrutivas como a coloniza o e o imperialismo enfrentaram Teme se a chegada de quem vem de fora, n o se pensando que, nesses locais de onde as pessoas saem, a mesma reflex o ter sido feita quando, em termos bem mais violentos, os ocidentais l chegaram em s culos anteriores.Fruto desse imperialismo europeu, que levou migra o coerciva de seres de tantas outras partes do planeta, somos, e seremos sempre, seres de fronteira, feitos de pequenos empr stimos de sujeitos estrangeiros , e a nossa identidade n o uma quest o de subst ncia mas de plasticidade, de composi o, de abertura para o exterior de outra carne, de reciprocidade entre m ltiplas carnes e os seus m ltiplos nomes e lugares No entanto, o sujeito racista reconhece, em si mesmo, a humanidade n o naquilo que o faz a mesma coisa que os outros, mas naquilo que o distingue deles , numa permanente divis o entre eles e n s, respons vel pela reprodu o a uma escala molecular da viol ncia de tipo colonial e racial Nesse ponto, Mbembe muito claro s poss vel imaginar um mundo verdadeiramente comum e uma humanidade verdadeiramente universal quando formos capazes de assumir as mem rias de Todo o Mundo At l , muito h ainda por fazer, mas talvez ler Achille Mbembe seja um dos passos importantes nessa direc o.


  2. says:

    Este livro um livro dif cil um livro de ideologia centrado no combate ao racismo, em particular o do branco face ao negro, do colono face ao colonizado e ao escravo Mas a sua dificuldade reside na avalanche de termos e, sobretudo, da sua desconstru o e reconstru o que o autor realiza com grande per cia Outro ponto fundamental no livro s o as ditas pol ticas de inimizade e a economia de guerra que tamb m desenvolve com perspetivas inovadoras A obra de Frantz Fanon um suporte habitual nos livros de A Mbembe que nutre grande admira o por Fanon Globalmente, a estrutura o do livro acusa uma certa debilidade, denotando se uma concatena o for ada de v rios ensaios de modo a constituirem a obra Apesar de uma certa dificuldade na apreens o e assimila o de diversos conceitos, tanto pelo modo exuberante e quase explosivo a que o autor recorre na sua exposi o, fica nos sempre bastante da obra lida pelo que a recomendo.


  3. says:

    Un peu en dessous du niveau de pertinence de son Critique de la Raison N gre , mais l intellcetuel camerounais a encore fait un travail de consistance C est, entre autres, une analyse tr s int ressante de la n gation de l alt rit telle qu elle constitue l une des constantes des rapports humains actuellement au niveau global L auteur exhorte l homme de ce si cle d adopter et de cultiver l thique du passant , une attitude tr s glissantienne en r f Edoaurd Glissant travers laquelle l auteur esp re que ses contemporains r ussiraient conjurer les d mons du nationalisme atavique.


  4. says:

    One of the most important books.


  5. says:

    As grandes culpas do mundo civilizado no estado atual de inimizade entre povos.


  6. says:

    Dei algum tempo a decidir me sobre o que escrever Quando vi o livro fiquei muito impressionado e interessado pelo que projectava nele Adorei os primeiros cap tulos, arrisco a dizer at , assim por alto, 60% do livro Separa situa es delicadas em entendimento e tece um manto que almeja albergar humanidade, coes o e muitas coisas mais atrav s da sempre boa e educada diplomacia.O problema est mesmo em sentir que o livro foi constru do atrav s de uma projec o e n o de uma ideia, que ao ser materializada ficaria sedenta por encontrar os seus pares em muitos mais cap tulos Que como quem diz, atr s desta diplomacia existe raiva, existe rancor e muita humanidade a chorar por um mundo melhor E com isto, todos podemos simpatizar com especialmente dado a algo t o grotesco como a segrega o Mas uma parte de mim tamb m falou mais alto Eu reconheci me neste livro, no passado e infelizmente muitas vezes ainda tamb m fa o o mesmo Eu utilizo estruturas de conhecimento que consigo desconstruir e reconstruir facilmente para expor pensamentos complexos que almejam dar forma minha vontade, mas nesses momentos entendo tamb m que certas coisas s o incomunic veis Porque a nossa vontade subjectiva, digna apenas da nossa experi ncia Existem termos, objec es l gicas e como tal muito plaus veis que bloqueiam muitos argumentos e possibilidades, mas n o s o raz o, s o entendimento O entendimento que n s temos da vida atrav s da nossa experi ncia A vida sentida de forma subjectiva e sim n o existe muita responsabilidade no dia a dia, porque n s n o entendemos nem queremos assumir a responsabilidade da subjectividade.Parte desta irresponsabilidade tem bom fundo, eu acredito, mas parte desta irresponsabilidade tem como h bito pedir subjuga o, neste caso a uma estrutura de conceitos muito bem fundamentada que pode servir de mandamento Mas este o problema de muitas religi es, a no o de mandamento.Muitas vezes ao sentir esta raiva escondida senti me vulner vel minha fragilidade condi o a que todos estamos expostos, a da incerteza Simpatizo muito com as causas do senhor Achille Mbembe e admiro muito as capacidades do seu discurso, mas a sua raiva a pedir humanidade, muito bem disfar ada, uma raiva que admito ter encontrado em Nietzsche e que me afastou de comunicar com ele at aos dias de hoje , levou me a criar alguma dist ncia Eu encontro estes mecanismos que considero de defesa em muitos fil sofos modernos, criam uma linguagem quase que herm tica num dos sentidos, o de fora para dentro, mas aceita os a todos e deixa que depois de um processo de inclus o a mesma se d de dentro para fora, nos outros.Mas esta teimosia extrema serve apenas para ganhar batalhas tempor rias E existem alturas na vida de um Homem em que necess rio atacar a estrat gia e n o lutar com melhores armas apenas Sun Tzu, O Guerreiro experiente n o luta, ele ataca a estrat gia E Achille Mbembe, tal como muitos fil sofos modernos, caiem nesta ilus o, a de acharem que um discurso intelectual com capacidades polim rficas de desconstruir a pr pria vida em si, pode esconder o desequil brio que necess rio para criar tal discurso Um discurso que muitas vezes vive de um orgulho ferido, de uma necessidade de auto afirma o reflexiva, a vaidade que sangra A luta contra a aliena o Sim estamos a lutar, mas com armas mais evolu das, continuamos a compactuar com a estrat gia.Volto a dizer, simpatizo muito com a sua causa Mas a vida disruptiva, n o se pode enganar a vida, mas sim lembrar os outros onde se encontra a vida, nem que seja apenas aos nossos olhos E l pelo meio, acredito que um dia vamos encontrar muita paz, ou pelo menos uma paz que dure o suficiente para ser relembrada.Infelizmente, com isto, quero dizer Toda a pol tica tem como base a inimizade Porque toda a pol tica diz, eu estou mais certo que ele , mas isso uma meia verdade, mesmo perante a situa o mais pecaminosa, e isto magoa, fere qualquer ser humano entender isto N o existem lados, somos todos seres humanos Somos todos consci ncia.N o se muda o mundo, s podemos mudarmo nos aqui que se sente a humanidade dilacerante de Franz Kafka, Na luta entre ti e o mundo, apoia o mundo Com todo o respeito luta digna de Achille Mbembe por um mundo melhor e pe o desculpa o texto mal organizado, mas infelizmente o tempo n o me permite melhor e sinceramente, muito sinceramente, tenho medo que o tempo em si leve a vontade que eu tenho de manifestar estes sentimentos


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