[Read] ➪ O Homem de Constantinopla Author José Rodrigues dos Santos – Motyourdrive.co.uk

O Homem de Constantinopla txt O Homem de Constantinopla, text ebook O Homem de Constantinopla, adobe reader O Homem de Constantinopla, chapter 2 O Homem de Constantinopla, O Homem de Constantinopla fc2d15 O Imp Rio Otomano Desmorona Se E A Minoria Arm Nia Perseguida Apanhada Na Voragem Dos Acontecimentos, A Fam Lia Sarkisian Refugia Se Em Constantinopla Apesar Da Trag Dia Que O Rodeia, O Pequeno Kaloust Deixa Se Encantar Pela Grande Capital Imperial E Ao Atravessar O B Sforo Que Pela Primeira Vez Formula A Pergunta Que Havia De O Perseguir A Vida Inteira O Que A Beleza Cruzou Se Com A Mesma Interroga O No Rosto N Veo Da T Mida Nunuphar, Nos Tra Os Coloridos E Vigorosos Das Telas De Rembrandt E Na Arquitectura Complexa Do Trai Oeiro Mundo Dos Neg Cios, Arrastando O Para Uma Busca Que Fez Dele O Maior Coleccionador De Arte Do Seu Tempo Mas Kaloust Foi Mais Longe Do Que IssoTornou Se O Homem Mais Rico Do PlanetaInspirado Em Factos Reais, O Homem De Constantinopla Reproduz A Extraordin Ria Vida Do Misterioso Arm Nio Que Mudou O Mundo E Consagra Definitivamente Jos Rodrigues Dos Santos Como Autor Maior Das Letras Portuguesas E Um Dos Grandes Escritores Contempor Neos


About the Author: José Rodrigues dos Santos

Jos Rodrigues dos Santos is the bestselling novelist in Portugal He is the author of five essays and eight novels, including Portuguese blockbusters Codex 632, which sold 192 000 copies, The Einstein Enigma, 178 000 copies, The Seventh Seal, 190 000 copies, and The Wrath of God, 176 000 copies His overall sales are above one million books, astonishing figures considering Portugal s tiny market.



10 thoughts on “O Homem de Constantinopla

  1. says:

    review in English below Escolhi ler este livro por ser sobre o Calouste Gulbenkian Kaloust Sarkisian no livro e porque precisava de algo bastante b sico a n vel de escrita, j que ia ser uma semana atribulada.Digamos que correspondeu s necessidades.A Ana explicou bem quais os problemas com este livro e com a sua continua o Vejam aqui aqui o sei qual a exactid o dos pormenores mais relacionados com a vida pessoal de Calouste Kaloust ou se por n o ter gostado da forma de narrar e escrever de JRS, mas at agora n o posso dizer que simpatize com esta figura.N o sei se terei paci ncia para ler a continua o I chose this book because it s about Calouste Gulbenkian Kaloust Sarkisian in the book and because I needed something with a very basic writing, since I knew it was going to be a distressful week.Let s say it matched these needs.I m not sure about how accurate the details concerning the personal life of Calouste Kaloust are, or if it s the fact that I didn t enjoy the story telling or the writing of the author, but until now I can t say I like this character.I m not sure I ll have the patience to read the second volume


  2. says:

    Confesso N o consigo resistir aos livros de Jos Rodrigues dos Santos JRS Quando sai um apresso me logo a ler E este foi fabuloso Li o de uma assentada e ao fim de dois dias j estava a desfolhar a ltima p gina.Neste seu novo livro JRS retrata a vida de Calouste Gulbenkian Dividido em dois volumes, o segundo ser publicado a 23 de Novembro com o t tulo Um Milion rio em Lisboa , este romance come a com a chegada de Krikor a Lisboa quando o seu pai j se encontra moribundo Krikor encontra por entre os pap is do pai dois volumes que dariam os t tulos dois dois livros de JRS


  3. says:

    Este foi o primeiro livro que li do JRS e, n o houvesse uma continua o num segundo t tulo, muito provavelmente seria tamb m o ltimo Inspirado em factos reais, O Homem de Constantinopla pretende ser uma esp cie de biografia romanceada de Calouste Gulbenkian no livro Kaloust Sarkisian , com foco na sua ascens o no mundo dos neg cios e tendo como pano de fundo o decl nio do Imp rio Otomano e a Segunda Revolu o Industrial N o h nada que eu tenha realmente gostado neste romance A narrativa parece pouco consistente, uma sucess o de acontecimentos algo desgarrada, sem um verdadeiro fio condutor Por vezes d ideia se ter sido escrito pressa, ora apresentando desenlaces t o simplistas e abreviados que carecem de verosimilhan a, ora incorrendo em redund ncias explicativas absolutamente dispens veis H tamb m um excesso de detalhes em aspectos completamente paralelos hist ria principal, totalmente irrelevantes e inconsequentes, e que apenas servem para encher p ginas Muitos di logos arrastam se em argumentos que se contrap em, para acabarem por se resolver da mesma forma o protagonista interv m com seus argumentos sempre irrefut veis e, como por magia, tudo se decide Os personagens s o absolutamente lisos, sem densidade Sabemos tudo o que fazem, dizem, vestem, comem, fumam etc., mas a dimens o humana n o existe e por isso n o inspiram qualquer empatia O enquadramento hist rico, apesar de superficial e por vezes algo atabalhoado, acaba por ser o que salva este livro.Quero muito acreditar que o Sr Gulbenkian tenha sido uma personalidade com muito mais subst ncia e muito mais interessante do que este Kaloust Sarkisian foi at ao momento E por favor, algu m me diga que o segundo livro melhor do que este.2 por considera o ao Senhor Gulbenkian e sua Funda o


  4. says:

    Sem duvida alguma que JRS muito melhor neste registo do que na saga Tom s Noronha Apesar do registo hist rico ser sempre bem trabalhado, Tom s Noronha um personagem algo enfadonho, bem como a trama em que se envolve.Em O homem de Constantinopla , JRS optou por uma biografia romanceada de Calouste Gulbenkian, que terminar no volume Um milion rio em Lisboa Sendo assim, siga para o pr ximo.


  5. says:

    3.3 5


  6. says:

    , , , , , , , .


  7. says:

    , , , , , , , , , , , , , , 18, , ,


  8. says:

    Confesso a minha relativa desilus o com este O Homem de Constantinopla Aquilo que caracterizava os livros de Jos Rodrigues dos Santos era o evidente esfor o de pesquisa, o gosto pelo pormenor hist rico, pelo enquadramento do drama num contexto assim foram os livros da saga Tom s Noronha, e assim foi tamb m A Vida num Sopro e O Anjo Branco , o meu preferido Aqui temos uma sucess o algo desgarrada de situa es envolvendo uma fam lia arm nia no Imp rio Otomano, e a sua ascens o no mundo dos neg cios, primeiro pela ast cia do patriarca Vahan, depois pelo engenho do filho Kaloust Mas enquanto lemos esta hist ria, aprendemos algo sobre o fim do Imp rio e o per odo pr guerra mundial Identificamos lugares, personagens, situa es Somos transportados para aquela poca, ou sequer sentimos algo por aquelas personagens Kaloust podia ser um her i um bom homem amante da arte, que se interroga sobre o que a beleza, bem sucedido nos neg cios e na vida ou um anti her i um negociante feroz, um homem de neg cios implac vel, ego sta, ambicioso , mas no fundo um menino que nasceu rico, casou com uma jovem porque ela era rica, faz neg cios com os turcos que chacinaram o seu povo para enriquecer e sustenta amantes demasiado jovens por raz es m dicas uma personagem que n o cria empatia, e sendo toda o livro centrado na sua hist ria, s o 501 p ginas de alguma indiferen a e total desapego pelo seu destino Ao contr rio do autor no final de um Telejornal, um livro que n o nos pisca o olho no final da sua leitura


  9. says:

    Esta foi a minha obra de estreia do autor Sempre quis ler uma obra dele e como surgiu a oportunidade de a ler para a escola aproveitei.Acho que n o foi a escolha mais acertada Por vezes tornava se um bocado mon tono, mais concretamente as conversas sobre o petr leo, o que levava por vezes a uma leitura mais lenta Tirando isto gostei da obra.Esta obra presenta nos com uma fam lia otomana e a sua ascens o no mundo dos neg cios, todo o seu caminho para chegar ao topo.N o consegui identificar me com a personagem principal N o daquelas que vai ser recordada.Em suma, a obra ficou aqu m das minhas expectativas mas espero ler outra obra do autor que goste mais.


  10. says:

    A arte n o uma coisa que exista naturalmente no mundo, trata se antes de uma cria o humana A arte o produto da ac o do homem quando ele tenta transcender a sua condi o animal e passar de criatura a criador A arte surge quando algu m transforma um acto animal num objecto cultural que se pode tornar sublime Ao pintar uma cena na floresta, o homem torna se Deus porque cria numa tela a natureza, ao contar uma hist ria num romance o homem torna se Deus porque cria no papel a vida de pessoas, mesmo que imagin rias.


Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *